Sapo 24 ⸱ 9d atrás ⸱ Abrir

Depois da confirmação da partilha de dados sobre ativistas russos pela Câmara de Lisboa, um grupo de palestinianos acusa também a autarquia de Fernando Medina.


Segundo o Expresso, o Comité de Solidariedade com a Palestina já se tinha queixado publicamente, em 2019, quanto ao envio de informações sobre o protesto para a embaixada israelita, já que esta seria pacífica e, por isso, não haveria razão para alertar Israel.

Hoje, em declarações hoje à RTP, Fernando Medina disse que pediu uma auditoria a "todos os procedimentos adotados em todas as manifestações que aconteceram para trás", ou seja, nos últimos anos e até abril passado, quando o procedimento sobre realização de protestos foi revisto.

De acordo com o Comité de Solidariedade com a Palestina, a divulgação dos dados dos ativistas russos não foi um erro, tendo reenviado ao Expresso a resposta que recebeu da Câmara de Lisboa em 2019, quando se queixaram também do envio de dados para a embaixada de Israel.

Assim, o semanário frisa que nesse email é possível ler-se que o envio de dados é mais comum do que Fernando Medina deu a entender.