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O avançado sueco, em 2011, atirou sobre um leão que estava em cativeiro na África do Sul, antes de importar a sua pele, crânio e mandíbula como troféu.


O grupo dos direitos dos animais (PETA) não tremeu na hora de criticar duramente o internacional sueco por um episódio ocorrido em 2011.

O meio de comunicação sueco Expressen revelou que o atual avançado do Milan obteve a sua licença de caça na época e, meio ano depois, atirou sobre um leão que estava em cativeiro na África do Sul, antes de importar a sua pele, crânio e mandíbula como troféu.

Uma notícia que a PETA não deixou passar incólume, já que os leões foram considerados como animais protegidos, por serem uma das espécies em perigo de extinção.

“Zlatan Ibrahimovic gosta de se referir a si mesmo como um leão, feroz e forte. No entanto, gosta de matar leões e outros animais, mostrando que é um miserável covarde que se entrega às suas tendências violentas”, criticou a PETA, que não ficou por aí. "Não é preciso habilidade ou força para encurralar e atirar um animal em cativeiro, e  que nunca teve a hipótese de escapar, se defender ou sobreviver".

“Qualquer pessoa com consciência ficaria horrorizada com a ideia de matar animais para se divertir ou para exibir partes do corpo. Ibrahimovic deve reconhecer isso e rejeitar a caça ao troféu", complementou a PETA.

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