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Estão definidos os nome nomes que vão integrar a Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A liderar esta comissão está António Costa Silva.


S√£o nove as pessoas respons√°veis por monitorizar a "bazuca": √Ālvaro Fernando de Oliveira Costa, Carlos Farinha Rodrigues, Jo√£o Abel Pe√ßas Lopes, Jos√© Manuel dos Santos Fernandes, Maria J√ļlia Fonseca Seixas, Maria Leonor Prata Cerqueira Sopas, Maria Manuela Magalh√£es de Albuquerque Veloso, Rog√©rio dos Santos Carapu√ßa e Teresa S√° Marques.

A lista foi divulgada no Di√°rio da Rep√ļblica, onde se destaca a "idoneidade, compet√™ncia e experi√™ncia profissionais" dos escolhidos, al√©m do "reconhecido m√©rito"¬†curricular.

Estas nove pessoas vão assim integrar a Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), entregue formalmente à Comissão Europeia a 22 de abril de 2021.

A Comissão será presidida por António Costa Silva, decretou o governo em despacho hoje publicado. Deste modo, está o caminho aberto para ser organizada a primeira sessão plenária da Comissão Nacional de Acompanhamento.

A esta comiss√£o cabe fazer "o acompanhamento da execu√ß√£o do mesmo e dos seus resultados, promover a sua adequada divulga√ß√£o junto dos cidad√£os, empresas e outras organiza√ß√Ķes, bem como analisar eventuais quest√Ķes que afetem o seu desempenho e propor recomenda√ß√Ķes".

Costa Silva pretende discutir um modelo "flex√≠vel" e "inovador" com os seus colegas "logo na primeira reuni√£o, para p√īr tudo a funcionar. "√Č evidente que n√£o podemos ter uma comiss√£o com trinta e tal pessoas a reunir continuamente", explicou.

As reuni√Ķes plen√°rias ter√£o lugar "duas, tr√™s [vezes] por ano", disse.

"O que queria ver era se existia um modelo flexível, portanto, cada área ter um especialista ou dois, que são reputados e reconhecidos nas suas áreas, para trabalhar com todos os atores sociais, com as empresas e com os organismos que estão envolvidos em cada um dos componentes", prosseguiu.

No √Ęmbito do modelo de governa√ß√£o dos fundos PRR, o Governo estabeleceu quatro n√≠veis de coordena√ß√£o, assegurados por tr√™s comiss√Ķes e pela estrutura de miss√£o Recuperar Portugal.

"Vamos ter a estrutura de miss√£o, que tem as compet√™ncias executivas e que est√° ligada ao Governo. A Comiss√£o √© completamente independente e √© de Acompanhamento", disse, acrescentando pretender que esta tenha "como objetivo fundamental p√īr o pa√≠s a falar consigo pr√≥prio".

Isto "porque um dos problemas que nós temos no país - e essa é uma reforma fundamental - é a reforma da nossa mentalidade", considerou António Costa Silva.

O Mecanismo de Recupera√ß√£o e Resili√™ncia, pe√ßa central do pacote de recupera√ß√£o ¬ęNextGenerationEU¬Ľ or√ßado em 750 mil milh√Ķes de euros, est√° dotado com 672,5 mil milh√Ķes de euros (a pre√ßos de 2018), sendo disponibilizados aos Estados-membros 312,5 mil milh√Ķes de euros em subven√ß√Ķes e 360 mil milh√Ķes de euros em empr√©stimos.

Para aceder ao mecanismo, os países da UE têm de submeter a Bruxelas os seus PRR, definindo programas de reforma e de investimento até 2026.

Portugal foi o primeiro Estado-membro da UE a entregar a vers√£o final do PRR √† Comiss√£o Europeia, prevendo um total de 16,6 mil milh√Ķes de euros, dos quais 13,9 mil milh√Ķes de euros em subven√ß√Ķes a fundo perdido.

Depois da aprovação dos PRR, o que Portugal deseja então que aconteça em junho para um primeiro grupo de países, cada Estado-membro tem direito a um desembolso de um pré-financiamento de 13%, sujeito à entrada em vigor da decisão sobre recursos próprios.

√Ālvaro Fernando de Oliveira Costa

Nasceu em 1962, no Porto. √Č licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (1985), mestre em Transportes pelo Instituto Superior T√©cnico (1992) e doutorado na √°rea de economia pela Loughborough University of Technology (UK) (1996).

Atualmente é Professor Associado da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, integra o CITTA (Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente) e é membro da comissão de acompanhamento do Programa Doutoral em Planeamento do Território, desde 2016. Dirigiu o Programa Doutoral em Engenharia e Gestão dos Transportes (2007-2009 e 2011-2012) e o Mestrado em Transportes (2003-2009).

√Č CEO da Trenmo Engenharia desde 2005 e Vice-Presidente da Associa√ß√£o Comercial do Porto desde 2017. Foi vogal do Conselho de Administra√ß√£o da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (1997-2002), da Energaia - Ag√™ncia Municipal de Energia de Gaia (1999-2002) e da Associa√ß√£o para o Museu dos Transportes e Comunica√ß√Ķes (1998-2001).

√Č ainda autor de v√°rios artigos cient√≠ficos e projetos de consultoria nas diversas √°reas dos transportes.

Carlos Farinha Rodrigues

Nasceu em 1957 em Lisboa e é licenciado em Economia e doutorado em Economia pela Lisbon School of Economics and Management da Universidade de Lisboa.

√Č Professor Associado da Lisbon School of Economics and Management da Universidade de Lisboa sendo, desde 2013, coordenador do Mestrado em Economia e Pol√≠ticas P√ļblicas, onde leciona e √© respons√°vel pelas unidades letivas de "Economia P√ļblica", "Desigualdades, Exclus√£o Social e Pol√≠ticas Publicas" e "Semin√°rio de Investiga√ß√£o".

√Č membro da Dire√ß√£o do Instituto de Pol√≠ticas P√ļblicas Thomas Jefferson-Correia da Serra e assessor do Instituto Nacional de Estat√≠stica nas √°reas de distribui√ß√£o do rendimento e das estat√≠sticas das fam√≠lias.

√Č ainda membro da comiss√£o de coordena√ß√£o de prepara√ß√£o de uma proposta de Estrat√©gia Nacional de Combate √† Pobreza em Portugal. Desde 2018 √© membro da Comiss√£o Cient√≠fica que acompanha a implementa√ß√£o da Estrat√©gia Regional de Combate √† Pobreza e Exclus√£o Social na Regi√£o Aut√≥noma dos A√ßores.

Desenvolve tamb√©m atividade como consultor cient√≠fico do Programa Proinf√Ęncia promovido pela Funda√ß√£o La Caixa dirigido a fam√≠lias com crian√ßas em situa√ß√£o de pobreza e exclus√£o social. √Č coordenador cient√≠fico em Portugal do projeto europeu EUROMOD - Tax-benefit microsimulation model for the European Union.

Tem publicado diversos estudos sobre a distribui√ß√£o do rendimento em Portugal, a desigualdade, a pobreza e a efic√°cia redistributiva das pol√≠ticas p√ļblicas. Entre as suas publica√ß√Ķes mais recentes encontram-se os dois estudos sobre desigualdade e pobreza que coordenou para a Funda√ß√£o Francisco Manuel dos Santos em 2013 e em 2016), o estudo realizado para a OCDE em 2015, conjuntamente com Jens Arnold (Reducing inequality and poverty in Portugal).

João Abel Peças Lopes

Nasceu em 1958, na Sertã, e é licenciado e doutorado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

√Č professor Universit√°rio desde 1988 e Professor Catedr√°tico da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto desde 2008 na √°rea de Sistemas El√©tricos de Energia

Foi Professor Adjunto da Iowa State University (EUA) entre 1998 e 2002, Diretor e Administrador do INESC TEC entre 2009 e 2018.

√Č Fellow da Power Energy Society do IEEE desde 2016, Diretor Associado do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ci√™ncia (INESC TEC) desde 2018, Membro do Conselho Consultivo da Ag√™ncia de Energia do Porto, Membro do Conselho Geral da APREN, Editor da revista SEGAN - Sustainable Energy Grids and Networks, Membro honor√°rio do comit√© editorial da revista IET Energy Conversion and Economics, Editor Associado do Journal on Modern Power Systems and Clean Energy e Editor Associado da revista China Electrotechnical Society Transactions on Electrical Machines and Systems.

Foi Presidente do J√ļri do Concurso para Atribui√ß√£o de Capacidade de Inje√ß√£o de Pot√™ncia E√≥lica (2005-2007) e √© Presidente do J√ļri do Pr√©mio REN desde 2012.

Autor ou coautor de mais de 400 artigos apresentados em Revistas e Congressos Internacionais. Orientou ou coorientou ainda mais de 35 Teses de Doutoramento.

Editor e coautor do livro Electric Vehicle Integration into Modern Power Networks.

Coordenou grande n√ļmero de projetos associados com a integra√ß√£o de produ√ß√£o de eletricidade de origem renov√°vel nas redes el√©tricas em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Gr√©cia e Hungria.

Conferencista em vários colóquios, congressos e seminários, em Portugal e no estrangeiro no domínio dos Sistemas de Energia.

José Manuel dos Santos Fernandes

Nasceu em 1945 em Lisboa e √© licenciado em Engenharia Mec√Ęnica, e bacharel em Eletrotecnia e M√°quinas pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Instituto Industrial do Porto.

S√≥cio fundador do grupo empresarial Frezite, 1978, com empresas em v√°rios pa√≠ses, exercendo atualmente fun√ß√Ķes de Chairman com sede em Trofa Portugal.

Antes da atividade empresarial exerceu atividade como Diretor Industrial e Administrador em v√°rias empresas.

No espa√ßo associativo, √© membro do CG da AEP, Presidente da AG das Associa√ß√Ķes AIMMAP e AEBA e membro do Conselho da Ind√ļstria da CIP.

Foi membro da Direção da CIP e Presidente da AG da CIP.

Foi Presidente da Direção da AIMMAP e membro do CG de Supervisão da EDP.

Presidiu à Comissão de Fiscalização da privatização dos Estaleiros de Viana do Castelo a convite do Governo.

Como Professor convidado tem participado em vários eventos na abertura de cursos de MBA em diversas Universidades e escolas de Gestão em temas sobre a Internacionalização da Economia.

Conferencista em vários eventos em Portugal e no estrangeiro, assim como articulista em vários órgãos de comunicação, subordinados aos temas da produtividade, competitividade e internacionalização. Publicou em pleno período da Troika o livro Caminhos do Exportador em Estratégias de Internacionalização, em 2.ª edição.

Maria J√ļlia Fonseca Seixas

Nasceu em 1962, no Lobito, Angola. Licenciada e doutorada em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA).

Desde 1987, √© Professora na FCT NOVA, lecionando mat√©rias relacionadas com dete√ß√£o remota em ambiente, tecnologias de informa√ß√£o geogr√°fica, e energia e altera√ß√Ķes clim√°ticas.

√Č membro da comiss√£o cient√≠fica do Programa de Doutoramento em Altera√ß√Ķes Clim√°ticas e Pol√≠ticas de Desenvolvimento Sustent√°vel desde 2009, um programa conjunto da Universidade de Lisboa e Universidade Nova de Lisboa.

√Č presidente do Departamento de Ci√™ncias e Engenharia do Ambiente da FCT NOVA, desde mar√ßo de 2017. Integra a Comiss√£o de √Čtica da FCT NOVA, e exerceu fun√ß√Ķes como membro do conselho cient√≠fico da escola de 2014 a 2020.

√Č membro integrado do centro de investiga√ß√£o CENSE (Center for Environment and Sustainability Research), onde coordena a linha de investiga√ß√£o Energia & Clima dedicada a I&D para a neutralidade carb√≥nica e resili√™ncia clim√°tica dos sistemas energ√©ticos. Desde 2016, coordena o EIT Climate-KIC Hub Portugal dedicado a iniciativas de educa√ß√£o e inova√ß√£o para a a√ß√£o clim√°tica.

Tem mais de 60 publica√ß√Ķes em revistas cient√≠ficas internacionais. Coordena estudos de suporte a pol√≠ticas p√ļblicas na √°rea da mitiga√ß√£o clim√°tica h√° mais de 20 anos, salientando-se o mais recente relativo √† coordena√ß√£o dos trabalhos de modela√ß√£o do Roteiro para a Neutralidade Carb√≥nica 2050, que est√° na base da Resolu√ß√£o do Conselho de Ministros n.¬ļ 107/2019.

Maria Leonor Prata Cerqueira Sopas

Nasceu em 1966, no Porto, e é licenciada em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto e Mestre em Estudos Económicos Europeus pelo College of Europe, Bélgica.

Professora Auxiliar Convidada na Católica Porto Business School da Universidade Católica Portuguesa - Centro Regional do Porto, onde leciona desde 1991 nas áreas de Gestão e Negócio Internacional.

Colaboradora regular do Centro de Estudos de Gest√£o e Economia Aplicada (CEGEA) da Universidade Cat√≥lica Portuguesa, desde 1991, tendo coordenado ou colaborado em trabalhos aplicados para entidades p√ļblicas, associa√ß√Ķes empresariais e outras organiza√ß√Ķes.

Foi Coordenadora da Equipa Científica do Programa de Estágios Contacto@Icep, entre 2002 e 2006.

Foi Adjunta do Secretário de Estado para a Competitividade e Internacionalização, de junho de 1996 a setembro de 1997.

Assessora técnica da Comissão Executiva da Operação Integrada de Desenvolvimento do Vale do Ave, entre 1991 e 1995.

Maria Manuela Magalh√£es de Albuquerque Veloso

Licenciada e mestre em Engenharia Eletrotécnica e Computadores pelo Instituto Superior Técnico, mestre em Ciência de Computadores pela Boston University e doutorada em Ciência de Computadores pela Carnegie Mellon University, em Pittsburgh.

Após o Doutoramento, ingressou na carreira académica no Departamento de Ciência de Computadores na Carnegie Mellon University.

Tem tido um percurso acad√©mico com v√°rias distin√ß√Ķes, incluindo a Finmeccanica Chair enquanto professora auxiliar, e a Herbert A. Simon Chair, que mant√©m, desde professora associada, e agora como professora catedr√°tica. Foi eleita para a posi√ß√£o de University Professor e foi Chefe do Departamento de Machine Learning.

√Č membro do Conselho da Di√°spora e colabora com investigadores portugueses, em particular do T√©cnico, dentro do programa CMU-Portugal.

Há mais de 30 anos que faz investigação na área de inteligência artificial (AI), tendo já orientado 43 estudantes de doutoramento, com quem desenvolveu novos algoritmos de planeamento e automação de robots móveis inteligentes, e de coordenação e aprendizagem em sistemas de grupos de robots.

Cofundou o RoboCup, uma iniciativa para o estudo de equipas de robots aut√≥nomos em ambientes advers√°rios, como o futebol de robots, que continua a atrair milhares de estudantes em todo o mundo. Tamb√©m contribuiu para os robots de servi√ßo com navega√ß√£o aut√≥noma dentro de edif√≠cios, e com uma nova intera√ß√£o com os humanos, em que providenciam servi√ßos de transporte e guia, e simultaneamente pedem ajuda para superar as suas limita√ß√Ķes, e aprendem com o feedback recebido.

√Č Fellow das associa√ß√Ķes profissionais da sua √°rea, AAAI (Association for the Advancement of Artificial Intelligence), AAAS (American Association for the Advancement of Science), ACM, e IEEE. Foi Presidente do AAAI. Tem sido consistentemente convidada para palestrante em AI, tendo apresentado extensivamente o seu trabalho com impacto para uma grande variedade de reportagens, publica√ß√Ķes e audi√™ncias.

Em 2018, foi convidada a criar e dirigir um centro de investigação em inteligência artificial no J. P. Morgan, o maior banco dos Estados Unidos. Até agora, recrutou mais de 50 investigadores, a grande maioria doutorados. E a equipa continua a crescer.

Rogério dos Santos Carapuça

Nasceu em Lisboa, em 1958 e é licenciado em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico (IST), mestre e doutorado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores também pelo IST, iniciou a sua carreira profissional em 1981 como Assistente Estagiário, Assistente e posteriormente Professor Auxiliar do IST até 1994. Foi simultaneamente Investigador do INESC entre 1984 e 1994 onde liderou o Grupo de Sistemas de Informação e o Centro de Sistemas Computacionais.

Foi sucessivamente Administrador, desde 1994, Presidente Executivo e Presidente do Conselho de Administração, desde 1999, da empresa Novabase. A partir de 2008 manteve o cargo de Presidente do Conselho de Administração até 2015.

√Č Presidente da APDC (Associa√ß√£o Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunica√ß√Ķes), desde 2013. Desempenhou ainda as fun√ß√Ķes de Membro do Conselho de Faculdade da Faculdade de Ci√™ncias e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa entre 2013 e 2017. √Č atualmente Membro do Comit√© de Gest√£o do Programa de colabora√ß√£o internacional CMU-Portugal e Presidente do F√≥rum para as qualifica√ß√Ķes digitais da iniciativa INCODE 2030 desde o seu in√≠cio (2018). Fundou ainda outras sociedades, participou e participada em Conselhos Fiscais, Conselhos Consultivos e Mesas de Assembleias Gerais de v√°rias organiza√ß√Ķes.

√Č Membro da Ordem dos Engenheiros, da Academia de Engenharia e do Instituto Portugu√™s de Corporate Governance.

Ao longo da sua carreira profissional participou em Confer√™ncias, Semin√°rios, Cursos para Executivos, em Portugal e no Estrangeiro, foi autor e/ ou coautor de diversas publica√ß√Ķes. √Č autor do Livro Revolu√ß√£o Digital: Quando quase tudo √© poss√≠vel; Editora Glaciar, 2018.

Foi condecorado pelo Presidente da Rep√ļblica Jorge Sampaio, em fevereiro de 2006, com o Grau de Grande Oficial da Ordem do M√©rito Agr√≠cola, Comercial e Industrial, na Classe do M√©rito Industrial.

Teresa S√° Marques

Doutorada em Geografia, é Professora na Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Departamento de Geografia e investigadora do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT).

Diretora do Curso de Doutoramento em Geografia da Universidade do Porto, faz parte da Comissão Científica do Curso de Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Ordenamento do Território e do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Especialista em ordenamento do território, coordenou o Programa Nacional das Políticas de Ordenamento do Território (PNPOT) e colaborou na execução de vários Programas Regionais de Ordenamento do Território (PROT).

As suas √°reas de investiga√ß√£o centram-se nas quest√Ķes urbanas, da coes√£o territorial e da geografia econ√≥mica.

Conferencista em v√°rios congressos e semin√°rios, em Portugal e no estrangeiro, √© autora de v√°rias publica√ß√Ķes nos dom√≠nios do policentrismo urbano e do ordenamento do territ√≥rio, da geografia da inova√ß√£o econ√≥mica e do planeamento e desenvolvimento territorial.

(Notícia atualizada às 12:54)

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